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Conheça a monstruosa verdadeira historia por trás de “Alice no País das Maravilhas

Lewis Carroll, que era um pseudônimo para Charles Lutwidge Dodgson, nasceu na Inglaterra no ano de 1832. Quando completou 18 anos, saiu de casa para frequentar a Universidade de Oxford, onde permaneceu por pelo menos 20 anos. Quando se formou, passou a lecionar matemática no Christ College, dentro da universidade. Sua intenção era escrever contos infantis sem que isso atrapalhasse sua carreira.

Carroll era conhecido por ter muita intimidade com as crianças, algo que ele não tinha com os adultos. Ele chegou a estabelecer amizades com os filhos de colegas e conhecidos, para quem mandava uma série de cartas e passava um bom tempo juntos.

“Um obrigado extra e beijos pela mecha de cabelo“, escreveu ele uma vez a uma garota de 10 anos. “Eu o beijei várias vezes – por falta de ter você para beijar. Você sabe, até o cabelo é melhor do que nada“.

Foi somente quando Henry George Liddell se tornou o deão da igreja em Cristo, em Oxford, que  Carroll chegou mais perto do motivo que o tornaria um dos fabulistas mais conhecidos da humanidade. Ele fez amizade com as três filha de Liddell: Lorina, Edith e Alice.

Em 1863, acompanhado de alguns colegas, Carroll levou as três meninas a um piquenique e passeio de remo ao longo do rio Tâmisa. Para mantê-las entretidas, o escritor começou a contar uma historia, que se tornaria a base para seu famoso conto.

Em uma tentativa de relembrar o passeio, ele escreveu em seu diário o seguinte:

“Em uma tentativa desesperada de acertar uma nova linha de conto de fadas, eu acabei enviando minha heroína diretamente para um buraco de coelho e sem a menor ideia do que iria acontecer depois“.

 Então, após passar anos aperfeiçoando a história, em 1865, ele decidiu publicar Alice no País das Maravilhas. Posteriormente o conto ainda rendeu uma sequência: “Alice Através do Espelho”.

Carroll também era um fotógrafo competente. No entanto, limitava o seu talento apenas para registras fotos de crianças seminuas. Ele conseguia escrever abertamente sobre sua intenções pedófilas:

Eu confesso que não admiro meninos nus em imagens”, escreveu ele no diário. “Eles sempre me parecem precisar de roupas; enquanto dificilmente quero que as lindas formas das garotas estejam cobertas”.

O fato é que em 1863, Liddell cortou todo tipo de relação com o escritor, o motivo ainda não é certo. No entanto, historias contam que Carroll teria pedido Alice em casamento (coisa que não era exatamente incomum na época). Eventualmente voltaram a se falar, mas ele nunca mais foi permitido ficar sozinho com as meninas

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